quarta-feira, 26 de novembro de 2008
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Cova da piedade 0 - 0 FARENSE
Dada a minha impossibilidade de me deslocar a Cova da Piedade por motivos profissionais, algo inconcebível nos dias de hoje...pois se para os Cristãos o Domingo é sagrado, para os árabes o Ramadão para cumprir para os ultras o Domingo deveria ser sagrado como de uma religião se tratasse!
Alguma expectativa estava instalada para este difícil jogo na casa do primeiro classificado, devido a mais uma mudança de treinador... tirando o ponto trazido para Faro a ferros, pois acabamos o jogo com 9 jogadores pouco mais a acrescentar na produtividade da equipa.
Como não pude estar presente, incuti a tarefa de fazer uma crónica sobre o jogo fora das 4 linhas ao meu amigo Ricardo "um dos noSSos" que nos presenteou com a sua presença junto dos ultras de Faro, algo habitual sempre que o nosso Farense se desloca a zona de Lisboa e não só "lembrando da sua presença em Chaves numa já longínqua época que não sei precisar de momento", ao qual deixo um grande abraço
"Por momentos fiz uma pausa…
Decidi deixar para trás o clube (dos chamados Grandes) que em geral acompanho. Decidi deixar para trás uma liga com nome de cerveja. Decidi deixar para trás os preços criminosos das estações de serviço e das portagens. Decidi deixar para trás um estádio do Euro2004 e um clássico "velhinho" do futebol português. Deixei também para trás os pomposos nomes como Superliga.
Decidi por um motivo simples. Apeteceu-me um dia fora de todo aquele frenesim. De toda aquela confusão. Apeteceu-me um regresso às raízes. Ao essencial chamemos-lhe assim. Acompanhei os meus "South Side" (perdoem-me a presunção mas acho que já lhes posso chamar assim) a um importante jogo em Almada. O Farense defrontava o Cova da Piedade mas isso acabaria por não ser o mais importante. Fiz uma viagem no tempo. Um grupo de 50 ultras chega de bus. Traziam quase todos os seus cachecóis e t-shirts alusivas ao grupo. Traziam faixas e panos. A geleira já se encontrava vazia e as gargantas bem afinadas. Eram os Ultras do Farense. O primeiro obstáculo apareceu. O preço do bilhete atingia os 8€. Pensei "Elah, barato…" mas depois lembrei-me que se tratava de um jogo de 3ª Divisão.
As divisões secundárias também têm os seus clubes-abono. O Farense pelo seu historial é porventura um deles. Decisão? Nem foi preciso debater muito. O Grupo decide subir a um morro por detrás de um topo. As faixas e panos são colocados em árvores. Mas isso não importava. Um dirigente do Farense gritava desde o relvado que tinham conseguido entradas a 5€. Os Ultras não se venderam. Mantiveram a sua postura. Quando o Farense entra em campo as gargantas debitam palavras de ordem. Os cânticos surgem naturalmente. Os jogadores olham espantados e aplaudem.
A bola rola. Jogo morno. Mas isso não importa. Canta-se 45 minutos. Convive-se. Não existe ninguém a insultar os próximos para cantarem nem existe alguém encarregado de "puxar" os cânticos. As "coisas" surgem com naturalidade. Canta-se, salta-se e "puxa-se" por uma camisola.
Intervalo. Curta viagem ao "bar" mais próximo.
Segunda parte igual à primeira (bem, talvez o futebol tenha melhorado um pouco). Termina o encontro. O Farense empata e nos South Side festeja-se. Era um jogo difícil.
Um adepto da equipa da casa provoca a "curva". Recebe troco. Mas nada de actos cobardes de 10 para 1. Zero. A polícia aparece e põe cobro a qualquer tipo de destabilização.
O autocarro põe-se em marcha e eu também. Que saudades tinha de uma tarde assim.
Esta "malta" merece a 1ª Divisão. Mas nada de pomposas Superligas…"
Um abraço ao "Orgulho do Algarve"
Ricardo






Alguma expectativa estava instalada para este difícil jogo na casa do primeiro classificado, devido a mais uma mudança de treinador... tirando o ponto trazido para Faro a ferros, pois acabamos o jogo com 9 jogadores pouco mais a acrescentar na produtividade da equipa.
Como não pude estar presente, incuti a tarefa de fazer uma crónica sobre o jogo fora das 4 linhas ao meu amigo Ricardo "um dos noSSos" que nos presenteou com a sua presença junto dos ultras de Faro, algo habitual sempre que o nosso Farense se desloca a zona de Lisboa e não só "lembrando da sua presença em Chaves numa já longínqua época que não sei precisar de momento", ao qual deixo um grande abraço
"Por momentos fiz uma pausa…
Decidi deixar para trás o clube (dos chamados Grandes) que em geral acompanho. Decidi deixar para trás uma liga com nome de cerveja. Decidi deixar para trás os preços criminosos das estações de serviço e das portagens. Decidi deixar para trás um estádio do Euro2004 e um clássico "velhinho" do futebol português. Deixei também para trás os pomposos nomes como Superliga.
Decidi por um motivo simples. Apeteceu-me um dia fora de todo aquele frenesim. De toda aquela confusão. Apeteceu-me um regresso às raízes. Ao essencial chamemos-lhe assim. Acompanhei os meus "South Side" (perdoem-me a presunção mas acho que já lhes posso chamar assim) a um importante jogo em Almada. O Farense defrontava o Cova da Piedade mas isso acabaria por não ser o mais importante. Fiz uma viagem no tempo. Um grupo de 50 ultras chega de bus. Traziam quase todos os seus cachecóis e t-shirts alusivas ao grupo. Traziam faixas e panos. A geleira já se encontrava vazia e as gargantas bem afinadas. Eram os Ultras do Farense. O primeiro obstáculo apareceu. O preço do bilhete atingia os 8€. Pensei "Elah, barato…" mas depois lembrei-me que se tratava de um jogo de 3ª Divisão.
As divisões secundárias também têm os seus clubes-abono. O Farense pelo seu historial é porventura um deles. Decisão? Nem foi preciso debater muito. O Grupo decide subir a um morro por detrás de um topo. As faixas e panos são colocados em árvores. Mas isso não importava. Um dirigente do Farense gritava desde o relvado que tinham conseguido entradas a 5€. Os Ultras não se venderam. Mantiveram a sua postura. Quando o Farense entra em campo as gargantas debitam palavras de ordem. Os cânticos surgem naturalmente. Os jogadores olham espantados e aplaudem.
A bola rola. Jogo morno. Mas isso não importa. Canta-se 45 minutos. Convive-se. Não existe ninguém a insultar os próximos para cantarem nem existe alguém encarregado de "puxar" os cânticos. As "coisas" surgem com naturalidade. Canta-se, salta-se e "puxa-se" por uma camisola.
Intervalo. Curta viagem ao "bar" mais próximo.
Segunda parte igual à primeira (bem, talvez o futebol tenha melhorado um pouco). Termina o encontro. O Farense empata e nos South Side festeja-se. Era um jogo difícil.
Um adepto da equipa da casa provoca a "curva". Recebe troco. Mas nada de actos cobardes de 10 para 1. Zero. A polícia aparece e põe cobro a qualquer tipo de destabilização.
O autocarro põe-se em marcha e eu também. Que saudades tinha de uma tarde assim.
Esta "malta" merece a 1ª Divisão. Mas nada de pomposas Superligas…"
Um abraço ao "Orgulho do Algarve"
Ricardo
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Barão rende Ivo

António Barão é o novo técnico do Farense. Após ter despedido, hoje à tarde, o técnico Ivo Soares, depois dos maus resultados que os "leões" de Faro têm vindo a registar, tendo culminado ontem com o empate, no Estádio Algarve, diante do Quarteirense, Algarve Press apurou que o director desportivo António Barão reuniu-se com o plantel e assumiu de imediato o cargo de treinador do Farense, promovendo o avançado Edinho a técnico adjunto e mantendo Pedro Benje como treinador de guarda-redes .
"Não valia a pena ir buscar mais ninguém já que eu tenho currículo suficiente e até superior a alguns dos técnicos que eram dados como possíveis candidatos ao lugar de treinador do Farense. Pior que os técnicos que antes cá estiveram certamente não farei, tivemos de tomar estas medidas enquanto é tempo, até porque ainda há muito tempo e muitos pontos para o Farense conquistar a subida de divisão", garantiu a Algarve Press António Barão, que acumulará o cargo de técnico com o de director desportivo do emblema de Faro.
Recorde-se que os dirigentes do Farense convidaram, hoje, o técnico Ivo Soares a demitir-se e este aceitou, havendo assim uma rescisão de comum acordo, a qual foi confirmada por ambas as partes. De saída está também Pedro Brás, adjunto que Ivo trouxe consigo para o Farense. Como avançámos antes, da equipa técnica mantém-se apenas Pedro Benje.
Fonte: Algarve Press
Chicotada Psicológica

Ivo Soares abandona por mútuo acordo
Mais uma chicotada psicológica no Farense: Ivo Soares abandonou hoje o comando técnico da equipa de Faro, na “ressaca” do empate caseiro (1-1) de domingo com o Quarteirense.
“Saiu por mútuo acordo. A intenção foi da minha parte, porque as coisas não estavam a correr como previsto, e o Ivo também sentiu que já não tinha condições para dar a volta à situação”, explicou ao Região Sul o director-desportivo do Farense, António Barão.
O responsável pelo futebol dos “leões” de Faro não consegue arranjar uma explicação concreta para o que se passa com uma equipa tida, desde o início da época, como candidata ao título.
“Os resultados não têm aparecido. Não sei se são os jogadores que não encaixam no perfil do treinador ou o treinador que não encaixa no perfil dos jogadores, mas fui eu que os escolhi a todos”, disse Barão.
O director-desportivo vai ter esta segunda-feira uma conversa com os jogadores e amanhã, terça-feira, deve apresentar o novo técnico. Mas assegura que a subida ainda é possível: “Ainda falta muito campeonato. Há que dar a volta… Vamos tentar ver o que não pode falhar mais!”
Recorde-se, esta é a segunda mudança na liderança do “banco” dos “leões” de Faro esta época: no princípio de Setembro, Ivo Soares tinha substituído no cargo Jorge Portela, em virtude da eliminação na Taça de Portugal.
Em oito jogo, Ivo Soares conseguiu três vitórias, um empate e quatro derrotas, sem averbar qualquer triunfo no Estádio Algarve e deixando a turma algarvia no 7.º lugar da Série F da III Divisão Nacional.
Fonte: Região Sul
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O Farense somos Nós!
De acordo com o passado recente e, um pouco mais longínquo do nosso clube de sempre, o Sporting Clube Farense, vimos por este meio solicitar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral do S.C.F., a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária para apresentação do relatório de contas dos exercícios 2005/06, 2006/07, 2007/08, que até à presente data nunca foram apresentados aos sócios.
A mesma AG terá no seu segundo ponto da ordem de trabalhos a marcação da data para a realização das eleições para os órgãos sociais do S.C.F.
Ainda na ordem de trabalhos da A.G. deverá constar no seu ponto 3, o relatório de acompanhamento da situação da venda de património por parte da comissão nomeada para o efeito em anterior A.G.
Nunca o nosso clube teve uma situação de gestão tão diminuída como a que agora se depara, nunca tivemos um período tão alargado de indefinição quer desportiva quer institucional e por tudo isto nunca o Sporting Clube Farense precisou tanto dos seus sócios como agora.
O nosso objectivo é recolher o mínimo de 250 assinaturas de sócios efectivos, com a sua situação devidamente regularizada e mobilizar o mínimo de 150 sócios requerentes para a A.G., como obriga os actuais Estatutos do S.C.F.
Solicitamos veemente ao Presidente da Mesa da A.G., Sr. João Pedro Carvalho, a marcação da supra referida A.G., logo após recepção em sede do S.C.F. dos requisitos necessários para a realização da mesma, sendo do maior interesse para o clube e sócios que se realize no mais curto espaço de tempo, fixando para isso a data limite de dia 15 de Dezembro de 2008.
O Sporting Clube Farense precisa de todos os sócios porque O FARENSE SOMOS NÓS.
A mesma AG terá no seu segundo ponto da ordem de trabalhos a marcação da data para a realização das eleições para os órgãos sociais do S.C.F.
Ainda na ordem de trabalhos da A.G. deverá constar no seu ponto 3, o relatório de acompanhamento da situação da venda de património por parte da comissão nomeada para o efeito em anterior A.G.
Nunca o nosso clube teve uma situação de gestão tão diminuída como a que agora se depara, nunca tivemos um período tão alargado de indefinição quer desportiva quer institucional e por tudo isto nunca o Sporting Clube Farense precisou tanto dos seus sócios como agora.
O nosso objectivo é recolher o mínimo de 250 assinaturas de sócios efectivos, com a sua situação devidamente regularizada e mobilizar o mínimo de 150 sócios requerentes para a A.G., como obriga os actuais Estatutos do S.C.F.
Solicitamos veemente ao Presidente da Mesa da A.G., Sr. João Pedro Carvalho, a marcação da supra referida A.G., logo após recepção em sede do S.C.F. dos requisitos necessários para a realização da mesma, sendo do maior interesse para o clube e sócios que se realize no mais curto espaço de tempo, fixando para isso a data limite de dia 15 de Dezembro de 2008.
O Sporting Clube Farense precisa de todos os sócios porque O FARENSE SOMOS NÓS.
sábado, 15 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Faleceu Mané

O antigo jogador do Farense Manuel Ferreira Lins (Mané) faleceu na tarde de hoje num acidente de viação.
Mané defendeu as cores do clube algarvio durante 6 temporadas, entre 1988/89 e 1994/95 e esteve ligado ao maior feito da história do Farense quando este atingiu a final da taça de Portugal, tendo feito uma pausa de uma temporada em que ingressou no Gil Vicente (1993/94) tendo regressado na época seguinte ao clube da capital do Algarve.
Ficam as saudades e as memórias de um profissional exemplar. Os farenses nunca o esquecerão.
sábado, 8 de novembro de 2008
FARENSE - lagoa
Sexta-feira, Novembro 7
O Farense defrontou na noite de hoje, no estádio de São Luís em Faro a formação do GD Lagoa, naquilo que seria à priori um encontro amigável, mas que veio a revelar-se bem mais ríspido e agressivo que grande parte dos encontros disputados nos campeonatosnacionais. Jogadores visitantes a agredirem a soco atletas da casa foi algo do que se pode observar, deixando algo a desejar ao profissionalismo dos homens do barlavento algarvio.
No que toca ao treino em si, Ivo fez alinhar praticamente todos os jogadores do plantel, realce para os Paraguaios Guash e Miranda que jogaram na primeirametade do encontro, e para o regresso de Caras e Brasa depois de pausa prolongada, isto para além de uma cara nova no meio campo farense, ao que pudemos apurar um atleta vindo do Messinense. Quanto ao resultado , o Lagoa venceu por 2 bolas a 1, tendo marcado o golo da vitória perto do final, isto depois de Della Pasqua ter chegado ao empate na marcação de uma grande penalidade.
Farense tem uma pausa no campeonato, tal como todos os clubes que já foram eliminados da taça de Portugal, regressando na próxima semana à competição com a recepção ao Quarteirense.
in Leoes de Faro
O Farense defrontou na noite de hoje, no estádio de São Luís em Faro a formação do GD Lagoa, naquilo que seria à priori um encontro amigável, mas que veio a revelar-se bem mais ríspido e agressivo que grande parte dos encontros disputados nos campeonatosnacionais. Jogadores visitantes a agredirem a soco atletas da casa foi algo do que se pode observar, deixando algo a desejar ao profissionalismo dos homens do barlavento algarvio.
No que toca ao treino em si, Ivo fez alinhar praticamente todos os jogadores do plantel, realce para os Paraguaios Guash e Miranda que jogaram na primeirametade do encontro, e para o regresso de Caras e Brasa depois de pausa prolongada, isto para além de uma cara nova no meio campo farense, ao que pudemos apurar um atleta vindo do Messinense. Quanto ao resultado , o Lagoa venceu por 2 bolas a 1, tendo marcado o golo da vitória perto do final, isto depois de Della Pasqua ter chegado ao empate na marcação de uma grande penalidade.
Farense tem uma pausa no campeonato, tal como todos os clubes que já foram eliminados da taça de Portugal, regressando na próxima semana à competição com a recepção ao Quarteirense.
in Leoes de Faro
Caparica - FARENSE
2 De Novembro o nosso Farense desloca-se a Costa da Caparica para um difícil jogo tentando compensar a frustrante derrota em casa contra o Louletano.
Abalo para Lisboa uns dias antes, onde me reúno com mais ultras que se encontram radicados na Capital, que por motivos de força maior se viram afastados do nosso Algarve.
Esta estadia resume-se a muito Álcool, umas voltas no Bairro Alto onde se socializa com outros Farenses que se encontram a estudar ou trabalhar por Lisboa e umas voltas culturais pela “F.I.L.” numa tentativa de descompressão antes do “Sunday Football”.
Chegado o dia, saímos de Lisboa em direcção a Caparica para almoçar e encontrar-nos quer com o pessoal que se deslocava no Bus SS vindo de Faro quer com os restantes ultras que se deslocaram de Lisboa em transporte próprio.
Chegados a Caparica, depois de um belo almoço bem regado fizemo-nos a estrada passeando pelo Costa e parando pelas “capelinhas” até ao estádio, onde nas suas imediações íamos encontrando ultras a medida que encontrávamos Cafés…a adrenalina aumentava, de dentro do estádio já se ouviam umas tentativas de cânticos que servia como o toque de concentrar entupindo a entrada do estádio por ultras a tentar responder ao mesmo.
Uma bancada que dava um ambiente bastante acolhedor aos cerca de 60ulras presentes, um bar bastante perto da bancada fazendo que o período de abastecimento de cerveja que nos ausentávamos da bancada fosse o mínimo possível e começa o jogo!
Experimentamos os potes artesanais o que deram um tifo bastante interessante na entrada da equipa, o apoio vocal foi excelente e foi mais um cântico posto a prova o qual teve uma receptividade muito grande por parte dos ultras.
O jogo em si foi bastante emotivo com muitas alterações do marcador, mas fazendo com que perdêssemos o jogo no período de descontos por 3-2 o que foi bastante frustrante depois de ter visto um dos melhores jogos da época por parte do nosso Farense.
Fim de jogo, a frustração era enorme…pela primeira vez não houve aplausos para a equipa e o ambiente bastante pesado na bancada, até que dois jogadores do Caparica tiveram a infeliz ideia de provocar os ultras a saída do recinto de jogo…resultado, saída em passo de corrida para o balneário, túnel vandalizado pelos ultras, tentativa frustrada de invasão da bancada pela policia e uma saída bastante revoltada com a frustração do resultado.
A viagem para a nossa capital foi recheada de “animação” algo já habitual no Bus…




Abalo para Lisboa uns dias antes, onde me reúno com mais ultras que se encontram radicados na Capital, que por motivos de força maior se viram afastados do nosso Algarve.
Esta estadia resume-se a muito Álcool, umas voltas no Bairro Alto onde se socializa com outros Farenses que se encontram a estudar ou trabalhar por Lisboa e umas voltas culturais pela “F.I.L.” numa tentativa de descompressão antes do “Sunday Football”.
Chegado o dia, saímos de Lisboa em direcção a Caparica para almoçar e encontrar-nos quer com o pessoal que se deslocava no Bus SS vindo de Faro quer com os restantes ultras que se deslocaram de Lisboa em transporte próprio.
Chegados a Caparica, depois de um belo almoço bem regado fizemo-nos a estrada passeando pelo Costa e parando pelas “capelinhas” até ao estádio, onde nas suas imediações íamos encontrando ultras a medida que encontrávamos Cafés…a adrenalina aumentava, de dentro do estádio já se ouviam umas tentativas de cânticos que servia como o toque de concentrar entupindo a entrada do estádio por ultras a tentar responder ao mesmo.
Uma bancada que dava um ambiente bastante acolhedor aos cerca de 60ulras presentes, um bar bastante perto da bancada fazendo que o período de abastecimento de cerveja que nos ausentávamos da bancada fosse o mínimo possível e começa o jogo!
Experimentamos os potes artesanais o que deram um tifo bastante interessante na entrada da equipa, o apoio vocal foi excelente e foi mais um cântico posto a prova o qual teve uma receptividade muito grande por parte dos ultras.
O jogo em si foi bastante emotivo com muitas alterações do marcador, mas fazendo com que perdêssemos o jogo no período de descontos por 3-2 o que foi bastante frustrante depois de ter visto um dos melhores jogos da época por parte do nosso Farense.
Fim de jogo, a frustração era enorme…pela primeira vez não houve aplausos para a equipa e o ambiente bastante pesado na bancada, até que dois jogadores do Caparica tiveram a infeliz ideia de provocar os ultras a saída do recinto de jogo…resultado, saída em passo de corrida para o balneário, túnel vandalizado pelos ultras, tentativa frustrada de invasão da bancada pela policia e uma saída bastante revoltada com a frustração do resultado.
A viagem para a nossa capital foi recheada de “animação” algo já habitual no Bus…
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
terça-feira, 28 de outubro de 2008
FARENSE 0- Louletano 1

Neste fim-de-semana voltamos a perder em casa…demorei algum tempo até que conseguisse fazer a análise deste jogo.
Num jogo em que estiveram perto de 3000 espectadores e 90 ultras num apoio de louvar o nosso Farense não soube levar por vencido o nosso vizinho Louletano, mas pior que o resultado só mesmo a exibição.
Não vou fazer criticas pessoais nem análises tácticas, vou simplesmente dizer o que me preocupa.
Desde que me lembro de ir a bola que existe algo que me marcou em todos os jogos do meu Farense, algo que se transmitia do relvado para a bancada e da bancada para o relvado, quer estivéssemos a ganhar quer estivéssemos a perder, algo ao que nos chamamos de mística Farense.
Vou falar apenas até onde a minha memória chega pois outros mais poderiam dar muitos exemplos mais… quem não se lembra do Fernando Cruz ”Rambo”? Aquela raça na frente de ataque que se tornaria no melhor marcador do Farense e do campeonato da 2divisão, ou mesmo do Pítico que cada vez que agarrava a bola corria como se não houvesse amanhã pela ala direita empolgando todo o estádio numa onda que se levantava a sua passagem, do Limajic com a sua imponente presença ou mesmo do Rufai com o seu instinto felino, do Marinesco que viva cada lance como se fosse o mais decisivo no último minuto de uma final, do Rei Hassan que sem técnica alguma mas com raça e querer levava as bolas para dentro da rede adversaria… pois eu olho para o meu Farense de hoje e pouco vejo, quase nada sinto…
Vejo jogadores a ficarem por terra quando perdem uma bola, vejo jogadores a ficarem nervosos como que sem saberem o que fazer a ela quando a recebem, vejo jogadores demasiado individualistas sem primarem pelo jogo de equipa…
Não estou por aqui a dizer que os vamos deixar de apoiar, pelo contrário, vamos continuar a apoiar como apoiávamos quando fomos a UEFA, quando descemos até ao distrital, ou mesmo quando fomos campeões…somos farenses e orgulhamo-nos disso e só queremos que os nossos jogadores sintam o mesmo cada vez que perdem uma bola “vão atrás dela!”, cada vez que vão ao chão “ levantem-se de imediato!”, cada vez que sofrem um golo “ que agarrem a bola e tentem marcar de volta”…ou seja queremos ver que deram o impossível e que não cheguem ao fim do jogo e pensem que poderiam ter feito melhor...
sábado, 25 de outubro de 2008
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Nostalgia -- Braga - Farense (época 95/96)

Época de 95/96, o Farense deslocou-se a Braga onde jogava no domingo, eu aproveitando a deslocação do Benfica ao Bessa abalei um dia antes mais o meu amigo António Querido para viver mais uma experiência ultra...das primeiras de muitas que estariam por vir.
Um jogo emocionante a nível do panorama ultra pois do resultado não me lembro.
Noite chuvosa "típica do norte" os Ultras Benfiquistas chegariam atrasados ao jogo, mas a sua presença foi bastante notada aquando da sua chegada assim como a de vários Super que rapidamente se precipitaram para a central onde haveriam de ocorrer vários confrontos.
No Domingo deslocar-me-ia para Braga onde nos encontraríamos com mais ultras, Castilho, Pimpão, Papalha e Barão que se tinham deslocado sem dinheiro para voltar para Faro, numa verdadeira devoção Farense...
O jogo foi passado debaixo de uma chuva intensa em que tivemos que improvisar uma bancada com alguns placards publicitários, sem nunca nos tirar a vontade de cantar.
O resultado não me lembro, mas penso que tenhamos perdido...a vinda dos ultras para Faro foi possível graças ao nosso mítico Paco Fortes ter dado o dinheiro necessário para o seu regresso.
Uma época em que vivemos de impulsos, emoções, despreocupações, não olhando a meios para atingir os nossos fins...
Esta e mais uma pequena página da minha História.
Paraguaios no Farense
O jovem avançado Miranda, ex-Presidente Hayes, e o médio-defensivo Guasch, ex-12 de Octobre, são os mais recentes reforços do Farense e já se treinaram com o plantel. O técnico Ivo Soares vê desta forma colmatadas algumas lacunas verificadas na equipa. Um central poderá ainda reforçar a equipa no decorrer da semana.
In O Jogo
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